Siga o Blog por E-Mail.

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Em reforma contra a política, Cunha e aliados querem calar o PSOL

Fonte: http://www.psol50.org.br/site/noticias/3339/em-reforma-contra-a-politica-cunha-e-deputados-querem-calar-o-psol

Com apoio de todos os grandes partidos, projeto aprovado na Câmara exclui PSOL de debates e da propaganda eleitoral

Do PSOL Naciona, Kauê Scarim

 
A democracia brasileira foi mais uma vez atacada por seus representantes eleitos. Já no fim do primeiro semestre legislativo de 2015, a Câmara dos Deputados, sob a liderança do presidente golpista Eduardo Cunha (PMDB/RJ), aprovou o projeto conhecido como “minirreforma eleitoral”, que junta diversas propostas em tramitação, com um resultado nefasto para a pluralidade nas eleições parlamentares no Brasil.
 
O projeto aprovado contém três grandes ataques ao PSOL e à democracia: tira a obrigatoriedade de emissoras convocarem para os debates partidos com menos de dez deputados federais eleitos; aumenta o teto de doação empresarial de campanhas para R$20 milhões por empresa; e diminui drasticamente o tempo de TV para os partidos pequenos – o PSOL, por exemplo, terá sua propaganda eleitoral limitada a cerca de dez segundos por programa.
 
Mesmo com grandes mobilizações dos movimentos sociais pela aprovação de uma Reforma Política que limitasse a influência do poder econômico e democratizasse o processo eleitoral, a Câmara marchou para o lado inverso.
 
Para o presidente nacional do PSOL e professor da Universidade de Brasília (UnB), Luiz Araújo, a aprovação do projeto é um grave ataque ao processo eleitoral brasileiro. “Essa contrarreforma visa tirar a força do PSOL porque nós apresentamos saídas diferentes nas eleições: com mais direitos e à esquerda”, afirma. “Calar o PSOL é tirar a voz da luta pelos direitos das mulheres, negros, LGBTs, pela Reforma Política, contra o ajuste fiscal e por mais recursos para áreas sociais”.
 
A ex-candidata à Presidência pelo partido, Luciana Genro, afirma que o PSOL vai estar mobilizado contra a reforma antidemocrática do “todo-poderoso” Eduardo Cunha e de seus aliados. “Queremos colocar essa pauta na agenda da juventude que tem ido às ruas e mobilizado por direitos. Essa reforma antidemocrática atinge especialmente o PSOL, que se consolida como o principal partido alternativo para mudar o sistema político. Estamos convocando a militância a se envolver no combate ao projeto que tira o PSOL dos debates, mesmo onde temos consolidado um apoio maior entre o eleitorado, casos de Rio de Janeiro, Belém, Porto Alegre, entre outras capitais”.
 

quinta-feira, 16 de julho de 2015

#ContraAumentoJp – R$2,70 é um Roubo!

22 de julho de 2015 – Ato Público.

Aumentou a luz, o combustível, a feira e agora a passagem de ônibus, que pula para R$2,70, impactando (só a passagem) em mais de 10% no orçamento das pessoas que mais usam o transporte coletivo. Empresário e representantes da Prefeitura votaram pelo aumento no Conselho Tarifário, o Prefeito Cartaxo foi na mesma linha, aprovou o aumento.

Assim como ocorreu em 2013, centenas de pessoas já tomaram as ruas de forma espontânea para protestar contra o aumento das passagens, também no mesmo sentido daquele ano histórico, entidades e militantes sociais somam e constroem de forma coletiva essa importante luta.

Já foram vários atos essa semana e um outro já foi agendado para quarta-feira da próxima semana (22 de julho), 17h, em frente a Prefeitura, no Centro Administrativo.

Queremos a revogação imediata da tarifa, ônibus sem superlotação, cobradores em todas as linhas de ônibus com a volta da catraca para parte traseira do ônibus, meia passagem nos finais de semana para todos/as trabalhadores, passe livre para estudantes e pela manutenção dos terminais de integração.



terça-feira, 7 de julho de 2015

O Aumento das Passagens, a Greve, os Empresários e os Gestores.

Vamos brincar de perguntas e respostas?
Façam o mesmo exercício que fiz segunda-feira (06/07/2015), perguntem para o cobrador de todos os ônibus que você entrar: “essa greve é de luta ou é carta marcada?”, não tenha dúvida que a resposta vai levar ao aumento das passagens para R$2,55 ou mais, as outras afirmações eu prefiro que escute desses/as trabalhadores/as, assim evito ser processado.

Qual categoria em greve paralisa 100% dos/as trabalhadores/as?
Fazer greve não vem sendo algo fácil na conjuntura atual, muito menos em uma categoria como a dos motoristas, na qual diversos trabalhadores que fizeram oposição ao Sindicato dos Motoristas foram demitidos, mesmo durante o período de estabilidade garantido pela legislação trabalhista. Mesmo assim, às 12h03 (06/07), o portal “paraiba.com” publica: “Sindicato dos motoristas afirma que a categoria aprovou paralisar 100% da frota de João Pessoa começando 00h de terça-feira (07/07)”.

Um pedido seguido de outro, o aumento das passagens.
Poucas horas depois, na tarde do mesmo dia, o “pbagora.com.br” posta nota da assessoria de comunicação: “Sindicato das Empresas de Transportes Coletivos Urbanos da capital (Sintur-JP), protocolou, no início da tarde, na sede do Sindicato dos Motoristas da Paraíba um ofício propondo o adiamento da greve e a realização de uma nova rodada de negociação para apresentação de outra proposta de reajuste salarial, a ser feita até às 18h, desta terça-feira”.
Quase que ato contínuo, 17h05, leio no “jornaldaparaiba.com.br” que “Independente da greve dos funcionários dos ônibus de João Pessoa, marcada para começar na terça-feira (7), a Associação das Empresas de Transporte Coletivo da Capital (AETC-JP) já está programando um novo pedido de reajuste tarifário.

A AETC-JP e o Reconhecimento da Força dos/as Trabalhadores/as.
Entre 17h e 19h diversos blogs anunciaram que o Sindicato dos Motoristas aceitou adiar a greve, que a entidade irá esperar até às 18h da terça-feira para analisar nova proposta dos empresários. Ao ler a afirmação de representante das empresas, eu percebo uma grande sintonia nas informações e crédito na força do Sindicato dos Motoristas por parte da AETC: “Conforme diretor-executivo da Associação de Empresas de Transporte Coletivos da Capital (AETC-JP), Mário Tourinho, como a adesão da greve era de 100% dos profissionais, cerca de 280 mil passageiros ficariam sem ônibus por dia, durante a paralisação.” (19h19 - jornaldaparaiba.com.br).

O Prefeito, o Governador e os Movimentos Sociais.
Qual será a postura do Prefeito e seus representantes no Conselho Tarifário após escutar essa orquestra de informações? Será a velha ladainha do Conselho (com votos dos Secretários de Cartaxo) aprovar uma tarifa X e “bom” prefeito implementar um aumento menor, como vem sendo construída a farsa nos últimos aumentos?
A aliança Cartaxo e Ricardo Coutinho seguirá no aumento da passagem? Lembrem que vem sendo sempre a mesma “música”, primeiro o aumento na Capital, depois no Estado e, na sequência, Campina Grande.
Não, jamais será sem resistência. A palavra de ordem é uma só: unificar as lutas contra o aumento das passagens e contra o fechamento da integração e apoiar os trabalhadores/as do transporte coletivo.

O Passe Livre seguirá sendo nossa meta, não a farsa de Cartaxo com o dinheiro da educação ou a promessa não Cumprida de Ricardo.

sexta-feira, 3 de julho de 2015

O Machismo e o Golpe Anunciado do PSDB

Violência contra as mulheres, não existe outra definição para os adesivos que circulam em carros e em fotos nas redes sociais sugerindo violência sexual contra a Presidenta da República. Verdade, da minha parte não vão achar elogios políticos para Presidenta Dilma e seus aliados, mas presto solidariedade para Presidenta e para todas as mulheres violentadas por meio de uma montagem altamente degradante. Digamos tod@s um Grande Não à Violência Contra as Mulheres!

Além do machismo instalado socialmente, a agressão sofrida por Dilma é também decorrente da violência que acompanhamos no Parlamento brasileiro, que debochou das mulheres durante a suposta reforma política, que por meio de um golpe (denunciado pela direita e pela esquerda) aprovou o financiamento privado das campanhas eleitorais e a redução da maioridade penal.

Em meio aos golpes realizados pelo Presidente da Câmara (Eduardo Cunha – PMDB/RJ) e aos atos de violência contra a mulher, o Senador Cássio Cunha Lima usa a tribuna do Senado para anunciar outro golpe contra a democracia brasileira, quer anular a escolha realizada pelo povo nas últimas eleições e anuncia um golpista na Presidência do Brasil.

Por mais que o PSOL tenha gigantescas divergências com o Governo do PT, já que Dilma e Lula optaram por seguir a mesma política econômica e de alianças que os governos do PSDB, não aceitaremos golpe, muito menos anunciado por um Senador que foi cassado quando era governador.

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Corrigindo, Bodas de Cerâmica e Vime.

Opa! Não, não errei o tempo de casamento, tanto que no texto publicado anteriormente, quando anunciei as bodas de Zinco ou Estanho, eu comecei falando dos 09 anos de casamento com minha companheira Áurea Augusta; em meio a tantas referências “googleanas” eu acabei trocando as informações, na verdade, hoje fazemos bodas de Cerâmica ou Vime.

A utilidade e a arte que evolve esses dois materiais no cotidiano da humanidade, permite relacionar a Cerâmica e o Vime ao amor e ao companheirismo que une nossas vidas nesses últimos nove anos. A arte de não permitir que o cotidiano vire rotina e a diversidade na forma de cada um participar nos diferentes objetivos da vida do outro são sinais da comparação que faço.

Não temos pressa para chegar ao Zinco/Estanho, mas queremos suas funções como parte das nossas vidas não só até os 10 anos de casado, mas até o ouro, o diamante e outras bodas possíveis. Como disse Áurea Augusta: “sempre na perspectiva de descobertas, alegrias e cada vez menos e menos aperreios”.


TE AMO MUITÃO, ESPOSA.

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Marcha Pela Segurança, Todos/as Juntos/as?


“Oh! Deus, se eu não rezei direito o Senhor me perdoe,
Eu acho que a culpa foi
Desse pobre que nem sabe fazer oração”
(Luiz Gonzaga)

Sou morador dos Bancários, acabo (29/06/2015-19h30) de voltar da caminhada na Praça da Paz, escura, sem policiamento e coberta pelo mato. Na rádio poste eu ouvia a missa e lembrava da Marcha pela Segurança nos Bancários, estaríamos rezando errado, como na música do Rei do Baião, ou escondendo os verdadeiros responsáveis pela ampliação da insegurança?

No dia da Marcha, cheguei na Praça da Paz e fiquei feliz com a quantidade de pessoas que lá estavam, além de encontrar dezenas de vizinhos/as, também estavam lá importantes lutadores sociais na defesa das políticas públicas, entre elas a de Segurança. Encontrei amigos/as comunistas do PCR; a companheira Lurdes Sarmento; Nelson Junior, meu companheiro de PSOL; e diversos/as representantes sindicais e dos movimentos sociais.

Quando eu menos espero, como abrissem as portas do Palácio do Governo, vejo chegar Secretários/as de Ricardo Coutinho por todos os lados (Secretário de Juventude, Presidente da FUNDAC e Secretária de Desenvolvimento Humano), além de alguns quadros de gabinete. A organização do ato anuncia um ato de “todos/as unidos/as pela segurança” e que nenhum representante de entidade iria falar, em seguida os padres e pastores foram chamados para o carro da organização, acaba a Marcha e começa o culto ecumênico.

Na resistência da Marcha, em outro carro de som, o pai de uma das vítimas da violência foi fazer uma fala mais política, de reflexão sobre a Segurança Pública, suas fragilidades e seus responsáveis, automaticamente sua fala foi coberta pela “palavra do Senhor” que vinha do carro da organização, seguiu o culto ecumênico.

Apesar da limitação no conteúdo do ato, eu não nego a importância do ato, iria novamente, afinal de contas juntou o povo, chamou a atenção para a temática e a imprensa deu cobertura para pauta (a insegurança pública) e não “deu corda” para as representações governamentais que tentavam aliviar a barra do Governador, como se ele não tivesse nenhuma responsabilidade com a situação atual.

A presença dos/as representantes de Ricardo na Marcha não teve eco positivo por um único motivo, essas representações não estavam na Praça da Paz para anunciar sequer os prazos para: a implementação da Delegacia Integrada de Segurança Pública (DISP) ou da Unidade de Polícia Solidária - UPS no bairro dos Bancários; da mesma forma a prefeitura não anunciou a qualificação da iluminação pública nas ruas que se encontram tomadas pela escuridão ou a poda de árvores, para que o espaço urbano se torne o local de circulação com segurança e sem temor (reivindicações da Marcha).

Não tenho dúvida de que as pessoas de boa fé rezam pela paz e pela segurança, também não acredito que exista gente rezando pela insegurança, mas que tem muito gestor faltando com seu papel na garantia e/ou melhoria das políticas pública, isso eu tenho certeza que tem.

Até o momento não vi nada nas páginas oficias da Prefeitura de João Pessoa ou do Governo do Estado da Paraíba sobre a pauta apresentada por nós, moradores/as dos Bancários. Os representantes governamentais presentes na Marcha pela Segurança nos Bancários estariam rompendo com o Governador e cobrando publicamente para que ele faça seu trabalho?

Por fim, eu não poderia deixar de lembrar que, infelizmente, estamos pautando a insegurança pelo fato de não funcionar outras políticas, das quais destaco a Educação, a Cultura, a Saúde e a Habitação, entre outras.

Verdade, queremos paz, não o silêncio, “Pois paz sem voz, paz sem voz / Não é paz, é medo! / (Medo! Medo! Medo! Medo!)” (O Rappa).

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Cartaxo, Educação, Saúde e Lagoa, o cheiro não é bom.

Cartaxo (PT) é daqueles gestores que é criticado do beco, menos movimentado da cidade, até os ônibus mais lotados da imobilidade urbana da nossa João Pessoa, mas não vou falar da insegurança do beco ou da falta de mobilidade da nossa cidade. Hoje, o assunto central da capital paraibana foi a educação, então tratarei inicialmente dela, depois da Saúde, já que teremos a Conferência Municipal de Saúde no próximo mês, e em seguida da nossa linda Lagoa, abandonada e com o cheiro que ronda a gestão Cartaxo.

Educação e o Faz de Conta de Plano Municipal de Educação

Vergonhoso o papel de Benilton Lucena (PT), Vereador e diretor do SINTEM-JP, defender a metodologia que impôs o Plano Municipal de Educação (PME). Os/as trabalhadores/as da educação passaram mais de quatro semanas em greve, mobilização que não foi unicamente por salário, desde o primeiro dia um dos pontos da pauta era que o PME fosse debatido com a comunidade escolar e que a estrutura das escolas fossem aprimoradas para atender as reais necessidades dos/as profissionais e da população.

A Prefeitura impôs o atual PME, uma breve pesquisa em qualquer bairro da capital prova que não teve debate sobre o Plano. A Câmara Municipal de João Pessoa seguiu a mesma linha do Prefeito, negociou pontualmente e não ampliou o debate com a população. Velhos conchavos para a mesma precária educação, é o que vemos para os próximos 10 anos em nossa capital.

Retirar do PME as expressões “gênero” e “diversidade sexual” com o argumento de imposição de uma “ideologia de gênero” é uma grande farsa, é tentar esconder a real deficiência do PME aprovado e enganar o povo com a velha falsa moral. Pior é ler o que dizem sobre essa suposta “ideologia de gênero” é perceber a mediocridade intelectual do parlamento municipal ou sua opção pela ignorância, por algo que não existe, por mentiras. Será que sabem o que é ideologia? Será que sabem o que é gênero?

Quem dirá que não faltou transparência? Quantas vezes e com quem Luciano Cartaxo debateu o PME? A Câmara de João Pessoa debateu com quem e em quantas Sessões? Quem teve acesso a proposta inicial do PME e quando? Qual vereador votou contra ou a favor do PME? Como foi a votação? Quem foi contrário a retirada do debate referente ao machismo e a homofobia do PME da nossa capital? Nada existe na página da Câmara, nem mesmo o Regimento Interno, como seria diferente em uma casa na qual tem o mesmo presidente desde 2007?

Saúde, seria diferente?

A insegurança nas unidades de saúde e a precariedade na estrutura, por si só, já seriam motivos suficientes para afirmar que vivemos o caos, mas quero limitar essas breves linhas ao debate democrático. Estive na Conferência Distrital do V distrito de saúde, duzentos/as inscritos para um auditório com aproximadamente 100 vagas. Há semanas aguardo resposta de ofício enviado pelo Conselho Regional de Serviço Social (por sugestão do Fórum Paraibano em Defesa do SUS e Contra as Privatizações) para Secretaria Municipal de Saúde de João Pessoa, documento no qual solicitamos esclarecimento sobre a Conferência Municipal de Saúde e as etapas distritais; as etapas distritais passaram e na primeira quinzena de julho teremos a Conferência Municipal de Saúde, até o momento fomos ignorados/as.

Não bastasse a péssima qualidade no serviço, na saúde a Prefeitura segue a mesma falta de democracia em momentos que deveriam ser tão importantes na construção, e no aprimoramento, das políticas públicas da nossa cidade.

Lagoa, o Cartão Postal da Capital, um Símbolo da Paraíba.

Quarta-feira, 17 de junho de 2015, desci do 302 em uma das paradas mais movimentadas da Lagoa, ou Parque Solón de Lucena, para quem não queira ficar o popular, e de pronto senti um cheiro de merda (ou fezes para quem achar falta de educação a palavra usada) tomar conta da cidade.

Não bastasse a reforma sem fim que tirou a Lagoa do cotidiano da nossa cidade, ainda somos obrigados/as a conviver com o esgoto e a fedentina que escorre das calçadas do Parque Sólon de Lucena, atravessando o caminho dos pedestres, alagando uma das vias mais movimentadas da cidade e derramando nas águas da Lagoa.

O Cheiro de Quem não é Bom?

Por mais que eu tenha motivo para falar de onde vem, para onde vai e de quem é o cheiro que toma conta da nossa cidade, vou acolher democraticamente a sugestão da minha companheira e limitar minhas palavras - após a derrota da seleção (não mais com S maiúsculo) - ao que já escrevi.



Democracia, saúde e educação, é muito para quem quer melhoria das políticas públicas?