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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2021

O Bolsonarismo, Os Cunha Lima, As Máscaras (da Política)

 

Não acredito em coincidência, nem no destino, nós quem fazemos nossa história. Acredito nas energias e nas ironias da vida. 300, além do cinema, é a ridícula marca que menos de 100 bolsonaristas tentaram impor como resistência; 64 a marca da ditadura, dos/as que defendem o AI5. 364 foi o total de deputadas/os que disseram não ao AI5, disseram sim para prender o criminoso do Daniel Silveira, sim para o papel legal e ético da Imunidade Parlamentar, sim para Democracia.

No mesmo dia, por ironia do destino, Bolsonaro chegava em Campina Grande, sem máscara, como seus seguidores: Cabo Gilberto, Romero Rodrigues e Bruno Cunha Lima. Este último da mesma família que Pedro Cunha Lima, que votou pela liberdade do criminoso Daniel. Wilson Santiago também votou com o criminoso.

Sou do PSOL que (assim como Rede, PT e PCdoB) votou 100% pela manutenção da prisão do bandido Daniel Silveira, afinal, bandido bom é bandido responsabilizado por seus crimes. Sobre o PP de Aguinaldo e Daniela, não posso jogar na mesma vala, mas em outra, na dos covardes e das covardes que estão com todos/as e com ninguém, uma clara definição do que é o Centrão, fechado em suas conveniências.

Em breve, esperamos nós defensores e defensoras da democracia, será votado na Câmara das/os Deputadas/os se Daniel Silveira será ou não cassado. Quem votou pela prisão vai entender que o preso, o criminoso, deve seguir como Deputado ou vai manter a coerência? Quem votou pela soltura irá votar para cassar o Deputado preso ou seguirá do lado do crime?

Alguns/mas deixam as máscaras cair, outros/as nunca usaram máscaras. Qual máscara utiliza seu/sua deputado/a?

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