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sábado, 4 de outubro de 2014

#Tárcio50 - Não começou em Julho, Não acabará em outubro! Vote #Tárcio50


Não, eu não sou político, faço política. Sou neto, filho, sobrinho, primo, pai, marido, tio, amigo, assistente social, militante social. Sou gente, sou militante, sou Tárcio. Não sou um ser montado por uma equipe de marketing. Sou um ser formado na minha família e na luta por direitos.

As pessoas olham em meus olhos e dizem: “você é corajoso, disse o que queríamos dizer”. Entendo perfeitamente essa posição, debati no primeiro turno com aqueles que sempre governaram nossa Paraíba. Onde o medo impera, as pessoas olham nossa coragem; mas em nenhum momento entendi meus atos como coragem, mas como necessidade!

Não sou de berço de ouro e, mesmo hoje em melhores condições, não ensino vida fácil para minha filha. Ao mesmo tempo, nem de perto, passei as necessidades dos meus avós, minha mãe e minhas tias/tios; mas com elas/eles aprendi o valor do companheirismos, do respeito a vida e minha vontade de mudar esse mundo, mesmo quando eles não sabem, foi com eles que aprendi.

Fiz meu curso de mecânica de auto quando tinha 14 anos, estagiei na Progresso, lá aprendi o que é ter patrão, lá vivi minha primeira greve. Vendi cachorro quente puxando minha carrocinha, e sei o peso da “normatização” do Estado. Em mais de uma vez fiz greve e disse o que precisava ser dito, mesmo em estágio probatório. Nunca deixei de brincar ou de estudar, mas ainda criança ajudei minha vô vendendo dim-dim e máscaras de carnaval; nesse caso não era uma obrigação, mas eu achava o máximo; mas o que eu preferia era vender cocada para os romeiros, gente do povo que rodava quilômetros em “nome da fé”, nada mais, nada menos, que a forma que eles viam a transformação; eu aprendi, quero mudar esse lugar chamado mundo.

Voltando... além de ajudar meus avós, eu ouvia dezenas de histórias (ou estórias) e ia ficando cada vez mais apaixonado pela humanidade. O mesmo eu senti quando ajudava meus tios a noite, vendendo os melhores sanduíches do mundo. A noite é uma escola MASSA. Com esse povo, e com a rua, eu aprendi a amar a vida e a respeitar as pessoas.

Qual a relação disso tudo com o título do texto? Nós, povo, nunca ficamos calados diante das injustiças, nunca paramos nossa luta após “os outubros”; queremos muitos votos no dia 05 de outubro, mas nossa luta é #ParaAlémDoSegundoTurno, é #ParaAlémDasUrnas, é #PorDireitoseLiberdade. Eu não vim do povo, tenho muito orgulho em dizer: eu sou trabalhador, eu sou povo!


05 de outubro é apenas mais um dia na luta #PorDireitoseLiberdade, vamos junt@s #ParaAlémDasUrnas.

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