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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

FEVEREIRO DE ANO BISSEXTO

Findou janeiro e chegou fevereiro de um ano bissexto! Teremos um ano mais longo, um ano de muitas disputas políticas, esperamos que seja também de muitas conquistas. No CRESS tivemos (conselheiras/as e trabalhadores) um janeiro duro, mas muito produtivo. Em casa temos (Áurea e eu) a oportunidade de morar com Luar (minha filha). Na militância política estamos (o PSOL e o agrupamento nacional que estamos construindo) avançando a cada dia com nossa contribuição.

Adoro o que faço, já somos muito pressionados e submetidos a diferentes ações nesse sistema desumano que é o capitalismo, isso faz com que eu busque ao máximo não ser escravo de mim mesmo, é bom exercício, aconselho à todos/as.

Para muitos, fevereiro é um ano de alienação. Entendo diferente, percebo como um mês de libertação e criatividade. Obviamente que se fevereiro não fosse o mês do Carnaval seria como todos os outros, felizmente não é o caso. Felizmente fevereiro tem Carnaval e, em 2012, terá um dia a mais.

No carnaval muitos vão para praia, retiro ou sítio, eu prefiro ser mais alegre e curtir a energia dessa festa legitimamente brasileira. Alguns dias de fevereiro eu estarei dividido entre os afazeres do cotidiano, as prévias carnavalescas e as ressacadas que começam já depois da quarta-feira de cinzas, dia triste, por anunciar o fim do carnaval, e alegre, pela energia levada pelos Bois em todas as ladeiras de Olinda.

A divisão anunciada anteriormente não envolve os dias de Carnaval, neles eu nego seguir padrões ou horários (só os dos blocos que gosto), evito inclusive marcar encontros ou andar em grupos. Por quatro dias no ano finjo não ter descoberto a “Matrix” e, como milhões de brasileiros/as, faço de conta que sou livre das amarras do capital.

Dizem que meu Carnaval é muito igual: as mesmas músicas, fantasias iguais e as tradicionais bebidas das ladeiras de Olinda. Não nego que é possível ser verdade as observações feitas por alguns, mas dá tão certo, mesmo quando não é dos melhores é tão bom, que nego arriscar conhecer outros carnavais (nesse caso com letra minúscula mesmo). Como diria o amigo Marcelo Teles, no Carnaval somos capturados pela “hipnose coletiva”, esse fenômeno liberta nossos corpos das dores, do sono e dos afazeres cotidianos. No meu caso a “hipnose coletiva” causa um agravante, o Tárcio fica um pouco de lado, surgindo uma personalidade já conhecido de alguns, o São Carnaval.

Todos precisamos carregar as energias, todos precisamos do nosso mundo da fantasia, o meu é o Carnaval!


POR MOTIVOS ÓBVIOS, O BLOG VIDA VIVIDA ENTRA DE RECESSO E RETORNA APÓS O CARNAVAL!

VIVA SÃO CANAVAL!

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